Silvio Luiz de Almeida, advogado, filósofo, professor universitário e atual ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania do Brasil é o autor de Racismo Estrutural, livro que estuda o conceito do racismo estrutural no Brasil(como surgiu, porque ainda existe e maneiras de tentar erradicar esse problema). O racismo estrutural é muito presente no dia a dia dos brasileiros no geral, seja no Rio de Janeiro, seja na Bahia, da região norte do Brasil até a sua rua. Afinal, é aquela coisa, todo mundo sabe que o racismo é ruim, porém é algo que foi internalizado por tanto tempo no nosso país que muitas vezes está escondido, nas pequenas atitudes das pessoas, escondido, como um rato no meio de uma caçamba de lixo, se alimentando em pleno dia comum.
Sabe quando existe um apelido maldoso e todo mundo ri de uma piada relacionada a cor de pele ou a origem de uma pessoa em um ambiente? Seja no trabalho, na faculdade, até mesmo olhares estranhos no meio da rua. Ou quando uma pessoa preta perde uma vaga de emprego para uma pessoa branca, mesmo tendo mais qualificações. A realidade é que existe uma perseguição às pessoas pretas no Brasil e isso não é um segredo para ninguém, só não vê quem não quer. Uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos de Segurança Pública e Cidadania(Cesec) divulgada pela CNN mostra que 63% as pessoas abordadas por policiais no Rio de Janeiro são negras, o que revela atitudes racistas pelos policiais da região. Isso não pode ser uma coincidência.
Voltando a Luiz de Almeida, é enfatizado por ele na obra citada acima que para enfrentar esse racismo estrutural, é preciso uma reforma das estruturas da sociedade por meio de mudanças políticas, sociais e econômicas. Ele argumenta que medidas afirmativas, políticas públicas voltadas para a igualdade
racial e a conscientização são cruciais para a transformação da sociedade.
Fontes:https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/negros-correspondem-a-63-das-pessoas-abordadas-por-policiais-no-rio-de-janeiro/
.jpg)
Comentários
Postar um comentário